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Na década de 1970, o Canadense Tonzetitch
e seus colaboradores nos EUA foram responsáveis
pelos principais avanços na pesquisa
sobre a halitose. Eles abriram o caminho
identificando os compostos voláteis
de enxofre no ar da boca como os principais
causadores do mau hálito. Alertaram
também para o papel da língua
como importante foco de produção
desses gases.
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Somente a partir de meados da década de
1980, a pesquisa nessa área tomou novo
impulso, principalmente pela contribuição
do microbiologista israelense Mel Rosenberg, da
Universidade de Tel Aviv.
Desde então, novos métodos de avaliação,
diagnóstico e tratamento têm sido
desenvolvidos e publicados na literatura científica
médico-odontológica internacional.
O Japonês Ken Yeagaki e outros no Japão
também têm contribuído substancialmente
para o conhecimento sobre o mau hálito,
desde o início da década de 1990.
A microbiologia da halitose tem avançado
também pelo trabalho dos americanos Walter
Loesche e Israel Kleinberg.
No Brasil, o professor Jayme Cury, da Unicamp
de Piracicaba, provou que o estresse é
uma causa do mau hálito, e o professor
Paulo Nadanovsky, da Universidade do Estado do
Rio de Janeiro, mostrou que 15% das pessoas constantemente
têm mau hálito e que o tratamento
específico para o mau hálito é
extremamente eficaz.
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