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Tabela 1 - Redução do mau hálito, detectada pelo Halímetro, em pacientes que completaram tratamento em nossa clínica:

Antes do tratamento 210 ppb de compostos voláteis de enxofre
Depois do tratamento 50 ppb de compostos voláteis de enxofre

Tabela 2 - Redução do mau hálito, detectada pela avaliação organoléptica realizada por profissional calibrado, em pacientes que completaram tratamento em nossa clínica:

Avaliação organoléptica do hálito
Antes do tratamento
Depois do tratamento
Muito ruim 9% 0%
Ruim 49% 0%
Regular 30% 3%
Bom 9% 28%
Muito bom 4% 69%

Interpretação da tabela:

  • Antes do tratamento - 88% tinham hálito “muito ruim”, “ruim” ou “regular”
  • Depois do tratamento - 97% tinham hálito “muito bom” ou “bom”
  • 13% tinham hálito "bom" ou "muito bom" antes do tratamento, mas foram tratados assim mesmo porque havia sinais de risco presentes

Tabela 3 - Dos pacientes que procuraram tratamento para o hálito em nossa clínica, na semana anterior à entrevista, por preocupação com o hálito:

Inseguros para conversar
68%
Dificuldade de desfrutar da companhia de outros
38%
Dificuldade de namorar
32%
Tensos
26%
Deprimidos
23%
Dificuldade de sorrir
17%
Deixaram de sair com outras pessoas
11%
Faltaram ao trabalho
3%

Tabela 4 – Das 314 pessoas avaliadas em 118 famílias de estudantes universitários no Rio de Janeiro em 1999:

15% das pessoas Mau hálito presente constantemente
31% das famílias
Pelo menos uma pessoa com mau hálito constantemente

Tabela 5 – De 37 estudantes universitários que conviviam com alguém da família que tinha mau hálito constantemente no Rio de Janeiro em 1999:

43%
Estavam preocupados com a pessoa por causa do hálito dela
24%
Não alertaram a pessoa sobre o problema
24%
Tinham dificuldade para desfrutar da companhia da pessoa por causa do hálito dela


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